Software de SST é a plataforma que centraliza a gestão de Saúde e Segurança do Trabalho: cadastro de empresas, funções e riscos, emissão e controle de validade de ASO, PGR, PCMSO e LTCAT, agendamento de exames e transmissão dos eventos ao eSocial — substituindo a planilha e o controle manual de prazos.
Independentemente do fornecedor, há um conjunto mínimo sem o qual a operação continua dependendo de planilha. Use esta lista como critério de corte antes de ver qualquer demonstração.
A escolha real não é entre marcas, é entre dois modelos. Saber em qual deles o fornecedor está evita descobrir depois que você precisa de um segundo sistema.
Emite o laudo, controla o exame, manda o evento. Forte na parte normativa. Quando chega no dinheiro, exporta para planilha — e o faturamento vira redigitação do que já foi executado.
Cuida do contrato, do boleto e da nota. Forte no comercial. Mas não emite um ASO, não monta um PGR e não transmite evento com certificado digital — o trabalho técnico continua fora.
Quem trabalha com SST costuma assinar os dois e manter uma terceira planilha para reconciliar um com o outro. O Pro SST cobre a corrente inteira: do lead à proposta, da execução técnica ao faturamento e ao recebimento, no mesmo sistema. Veja como funciona o ERP financeiro dentro do SST.
Um software de SST se prova na emissão. Estes são os documentos que aparecem em toda fiscalização, com a norma que os exige e o ponto onde a maioria das operações escorrega.
Exigido pela NR-7 em admissão, demissão, mudança de função, retorno ao trabalho e periodicamente. O ponto crítico é a validade: exame vencido só aparece quando alguém procura. O sistema precisa avisar antes, e permitir que o próprio cliente confira a autenticidade.
Exigido pela NR-1, substituiu o PPRA. Depende do inventário de riscos por GHE e do plano de ação com responsável e prazo. Desde a atualização da NR-1, precisa contemplar também os riscos psicossociais — o item que mais pegou empresa de surpresa.
Exigido pela NR-7 e coordenado por médico do trabalho (veja o guia completo do PCMSO). Precisa conversar com o PGR: os exames vêm do risco identificado lá. O relatório analítico é obrigatório e costuma ser a parte esquecida.
Base previdenciária da aposentadoria especial, alimenta o PPP e o evento S-2240. Não tem prazo fixo de validade, mas precisa ser refeito a cada mudança de layout, processo ou proteção coletiva.
NR-15 e NR-16, com efeito direto na folha de pagamento. São os documentos que mais viram processo trabalhista, e por isso os que mais dependem de histórico rastreável e assinatura de profissional habilitado.
S-2210 (acidente), S-2220 (monitoramento da saúde) e S-2240 (condições ambientais). Precisam de certificado digital A1 e tratamento de rejeição — evento recusado que ninguém viu é multa esperando data.
Peça para ver a tela de envio e o retorno de um evento rejeitado. É a diferença entre conformidade e checklist.
Se a resposta for “emitindo um relatório”, o controle de prazo continua sendo seu. O aviso tem que ser ativo.
Controlar entrega pelo documento emitido esconde o passivo de contrato. Cada serviço vendido precisa virar ordem com responsável e prazo.
Se sim, some receita por esquecimento e sobra atrito por lançamento errado — e o cliente percebe antes de você.
Portal do cliente reduz suporte e aumenta retenção. Pergunte o que ele vê, não se existe portal.
Preço por unidade, por vida e por usuário escala de formas muito diferentes. Simule o cenário de daqui a dois anos.
Histórico de exame e documento anterior precisa entrar junto. Pergunte prazo, formato aceito e quem faz.
É a plataforma que centraliza a gestão de Saúde e Segurança do Trabalho: cadastro de empresas, funcionários, funções e riscos; emissão e controle de validade dos documentos obrigatórios como ASO, PGR, PCMSO e LTCAT; agendamento de exames; e transmissão dos eventos de SST ao eSocial.
Na prática os dois termos são usados como sinônimos. Quando há distinção, software de SST costuma indicar a ferramenta técnica que emite documento, e sistema de gestão de SST a plataforma que cobre também o comercial, o operacional e o financeiro da operação.
Não. O que é obrigatório são os programas e documentos — PGR pela NR-1, PCMSO pela NR-7, e o envio dos eventos S-2210, S-2220 e S-2240 ao eSocial. O software não é exigido, mas é o que torna viável cumprir prazo e guardar histórico sem planilha.
O mercado trabalha em duas faixas: assinaturas por faixa de usuários e unidades, que começam por volta de R$ 500 a R$ 1.500 por mês, e contratos ilimitados para grandes operações, que passam de R$ 4.000. O que muda o preço é número de unidades, carteira de clientes e se o financeiro está incluído.
Depende do sistema. Alguns apenas registram a tarefa de envio; outros geram, assinam com certificado digital A1 e transmitem de fato, devolvendo o recibo. Antes de contratar, peça para ver a tela de envio e o retorno de um evento rejeitado.
Não necessariamente, e essa é a maior diferença entre as opções do mercado. Boa parte dos sistemas técnicos manda exportar para faturar. Quando o financeiro é nativo, o serviço vendido vira ordem de serviço e a ordem executada vira fatura, sem redigitação.
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